foi em Junho (6 e 7) na sociedade Guilherme Coussul em Lisboa (Santos)
a MandrágorA,
esta,
é um projecto assente sobre o imaginário
um projecto em processo e progresso.
O senhor Machiavel
(pai do pensamento político moderno)
escreveu a comédia
“a mandrágora”
no início do século XVI.
Nela – comédia – podemos, a dado passo, ler: “Se a corrupção é hoje um passatempo não culpe o autor mas sim o nosso tempo”.
na
a MandrágoraA,
a nossa, podemos ouvir um actor:
- não vos preocupeis.
no princípio foi o televisor e só depois os “slogans”, a barbbie, o sexo normalizado, os pais vencidos e os mestres corruptos, a insónia e os microships injectados que nos obrigam a recitar marcas de shampoo, vomitar palavras como cães eloquentes…
no princípio foi o televisor e só depois os “slogans”, a barbbie, o sexo normalizado, os pais vencidos e os mestres corruptos, a insónia e os microships injectados que nos obrigam a recitar marcas de shampoo, vomitar palavras como cães eloquentes…
Ora se todos os meios se justificam para atingir os nossos fins
e
se os meios são a corrupção, a violência, a violação…
e
se os meios são a corrupção, a violência, a violação…
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