Objectos perdidos na memória de um guerreiro
“…Memórias, muitas.
Forçados, todos… “
Espectáculo de Manuel Almeida e Sousa
Apresentado pela primeira vez em Novembro de 1997.
Encenação do autor – produção de Mandrágora em colaboração com a Oficina de Teatro de Almada
Actores: Bruno Vilão, Rita Penim, Beliza, Fernando Rebelo, Diogo Alvim e Patricia Ramos
Actuações: Galeria Moçambique Kultural, Oficina de Teatro de Almada e Museu da Electricidade
ANIMA 9.9
Estreado em 1999, XX ano de Mandrágora – uma viagem ao interior de um movimento que neste (nosso?) país ganhou forma vai para quarenta anos. Um projecto que deu corpo à poesia experimental/visual portuguesa.
Com uma linguagem, na sua raiz, teatral e à semelhança dos autores escolhidos, nele se semeiam letras, na esperança da germinação da palavra e Percorrem-se os textos dos poetas: Ana Hatherly, Alberto Pimenta, António Aragão, Liberto Cruz, Jaime Salazar Sampaio, José Luis Luna, Fernando Aguiar, Almeida e Sousa, E. M. Mello e Castro.Salette Tavares, José Alberto Marques
banda sonora de Carlos Bechegas.
Encenação: Almeida e Sousa
Actores: Beliza e Bruno Vilão
Os poemas da acção:
0. Grelha Vocálica – Liberto Cruz
1. Diplomacia – Abílio-José Santos
2. Litote – Ana Hatherly
3. Pouca Terra – José Luis Luna
4. Problemática da Dificuldade – Fernando Aguiar
5. Variação XI – Ana Hatherly
6. Não Sim – E. M. Melo e Castro
7. His Master’s Voice – Alberto Pimenta
8. Vem – António Aragão
9. Pêndulo – E. M. Melo e Castro
10. Escada – Jaime Salazar Sampaio
11. Tranparência – E. M. Melo e Castro
12. Não Perca o Cabelo – Almeida e Sousa
13. Ainda que – Jaime Salazar Sampaio
14. Falo – Salette Tavares
15. Velegrama – Liberto Cruz
16. Homeóstato – José Alberto Marques
17. O Menino Ivo – Salette Tavares
18. Guarda Chuva – Almeida e Sousa
19. bendito bem dito – Abílio-José Santos
20. Errata – Fernando Aguiar
21. Simetria – Alberto Pimenta
Auto das Fadas 2.2…3

Um espectáculO
construído por magos e bruxos recuperadores (em processo) de rituais esquecidos
os actuantes: BRUNO VILÃO, JOANA SARRAZY, MARCO FERRO, RITA GONÇALVES (RICARDO MESTRE), RITA PENIM
outros olhares: MANUEL ALMEIDA E SOUSA (coordenação), MIGUEL MATIAS (técnica) -Estreia na galeria da Junta de Freguesia de Sta. Catarina (Lisboa) Maio de 2002
A ACÇÃO DO POETA & MAGO TRANSFORMA-SE NATURALMENTE EM ACTO MÁGICO. E COM ALGUMA FACILIDADE, PODERÁ SERVIR DE BASE A UM GRANDE CERIMONIAL É O QUE ACONTECE NESTE
@uto das fadas
QUE NÃo É JÁ DE GIL VICENTE
é o objecto da experimentação & pesquisa por parte de MandrágorA que lhe deu (está a dar) corpo através de uma linguagem elástica
linguagem que, em delírio, jorra do corpo dos actuantes deste cerimonial.


