mandrágora

associação cultural fundada em cascais – no ano de 1979

edição de “sobre rodas”

by domadordesonhos

kapa-srodas

“sobre rodas”

4 peças dramáticas (algo poéticas) de m. almeida e sousa

1 – “o rapaz que devorava comboios ou… uma tampa na memória”
2 – “sobre rodas”
3 – “as cidades não têm rumo certo”
4 – entre os latidos de cães”
edição “bicicleta” —> sem acordo ou desacordo ortográfico

SOBRE O LIVRO – SOBRE RODAS

Poesia e teatro integram-se profundamente nas criações de Manuel de Almeida e Sousa. Essa integração se dá de um modo que, seja no plano cênico, seja no livro impresso, os dois âmbitos não se distinguem.
Fazer teatro, para Almeida e Sousa, é entrar no espaço da poesia, compreendida como dimensão da atividade humana que tem a palavra como elemento central, a mover e a orientar toda a lógica do acontecer.
Ao mesmo tempo, se o teatro é poema, sua poesia se investe de uma profunda teatralidade, gesticulando, recortando e dramatizando o seu acontecer até um ponto em que, convertida em evento, não pode senão se exteriorizar como performance.
Isso permite dizer que o teatro Almeida e Sousa é poético no sentido mais pleno do termo. E poético, aqui, significa a possibilidade de propor e construir eventos em que o desenrolar da cena não se subordina à ideia de um encadeamento de fatos ou episódios que devam suceder-se segundo uma lógica de causas e consequências, conforme se espera da vida e conforme muitos esperam da arte. Afastando-se plenamente da tradição realista, esse teatro encena aquilo que Pierre-Albert Birot, citado em epígrafe no presente livro, define como sendo o seu (do teatro) mundialismo ou universalismo: sua abertura para todas as
possibilidades da vida contemporânea. Generoso com os ritmos e solicitações dos sentidos, o teatro-poesia não recusa nem mesmo a profunda ilogicidade do sonho, da qual se aproxima tantas vezes, para realizar a sua maior acrobacia, que tem a palavra como plataforma de lançamento e a cena como espaço de chegada.
Sua lógica — se tiver alguma (e há de tê-la profundamente na sua essência poética) — é, pois, a lógica de um puro acontecer, que é também aquela da poesia, até o ponto em que se pode dizer que a cena — o encenar — se dá, no teatro de Almeida e Sousa, como poema, ao mesmo tempo em que o poema não é outra coisa que teatro (vide o seu livro de poemas Cantos do corvo negro), monólogo incessante, discurso ininterrupto, do qual todas as
vozes cênicas são apenas custodiadoras, sem privilégios de centralidade ou protagonismo.
Neste livro, formado por um monólogo e três peças para mais de um ator, o autor nos oferece, mais uma vez, amostras brilhantes e significativas da sua criação poético-teatral e do seu pensamento cênico, confirmando-se, seguramente, como um dos nomes
fundamentais da escrita teatral de língua portuguesa dos dias de hoje.

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Renato Sultana (poeta e professor universitário – Brasil)

edição de o jacto de sangue

by domadordesonhos

Em vésperas dos 25 anos da estreia do espectáculo “Eu Antonin Artaud” (produção de Mmandrágora 1991) – espectáculo presente na Bélgica quando do evento “Europália” dedicado à cultura e produção artística portuguesa – será editada a peça de Artaud “O Jacto de Sangue”, texto inserido naquele espectáculo.

uma pequena peça que estará disponível, em breve, numa edição de “Bicicleta” – um projecto editorial de Mandrágora.

 costas da capa kapa-1

Notas sobre O Jacto de Sangue (do livro):

Antonin Artaud (Marselha, 4/9/1896 – Paris, 4/3/1948) foi, com efeito, um visionário (um mago) do teatro. De um outro teatro (não o da sua época). Um teatro onde a  voz do actor não se encontre exclusivamente ao serviço da palavra.

A voz (instrumento de privilégio do actor) deve, segundo Antonin Artaud, ser devidamente explorada. O intérprete deverá estar consciente de todas as suas potencialidades. O teatro é, com efeito, um poema onde cada som corresponde a um gesto, a um pensamento, à justificação do próprio movimento. E o som vocal é o motor que dirige, que constrói ou destrói o acto ou que o poderá alterar e mesmo anular.

o som acompanha o gesto e o gesto perde-se. Deixa de cumprir a sua função mimética.

Artaud, tal como outros autores da viragem do século (XIX – XX), defendia a supressão radical dos cânones dramáticos (anulação do conceito de drama, de comédia, de tragédia e outras estruturas literárias – o que implicava novas formas de apresentação do “trabalho” escrito ou dito). Era portanto um fervoroso adepto da ruptura com o diálogo dito lógico – daí privilegiar a imagem em prejuízo da palavra dita e, seguindo esta lógica, a forma de dizer em prejuízo do que se diz.

Para o autor de “O Teatro e seu Duplo” a abolição de uma coordenação entre as diversas componentes do espectáculo e consequente ruptura das relações convencionais entre elas (relação actor/cena – palavra/gesto), tal como uma renovação no estilo de actuação do actor de forma a evitar uma imitação de modelos sociais, culturais, estilísticos preexistentes, é um objectivo a atingir.

O actor inventa. Cabe-lhe ser espontâneo e criativo.

Esta filosofia do espectáculo, enquanto proposta cénica e estética, é igualmente subscrita por autores como Lautreamont, Alfred Jarry, Pierre Albert- -Birot, Apollinaire entre muitos outros.

Ao fim de seis meses de ensaios, sem o mínimo de condições, o grupo de Artaud (Théâtro Alfred Jarry – 1926) estreia três pequenos ensaios – um de cada responsável da companhia (Vitrac, Aron e Artaud). O ensaio de Artaud, “Ventre Brûle ou la Mère Folle”, contou com a colaboração do poeta e dramaturgo Max Jacob. O tema denunciava, de forma humorística, o conflito entre teatro e  cinema.

O texto perdeu-se, mas a acção foi reconstituída por Robert Maguire – aqui se apresenta de forma resumida:

“Entra em cena um personagem vestindo roupa larga, luvas e uma farta cabeleira que lhe cobre o rosto. Dança uma espécie de Charleston, o espaço está escuro. O actor avança e pega numa cadeira ao mesmo tempo que solta frases estranhas e misteriosas.

Um relâmpago ilumina o espaço cénico e o personagem despe-se. Neste momento entra Míster Hollywood trajando um fato vermelho. O olho do primeiro actor transforma-se através do efeito de uma máscara que tem um raio pintado no centro. Com os dedos, o actor arranca alguns cabelos da cabeleira e, como que fascinado, aproxima-os de uma luz violeta para os examinar. Nesse momento, do outro lado do cenário, um outro personagem, Corne D’Abondance, grita:

  – Acabou o macarrão, Mister Hollywood!

Mister Hollywood responde:

  – Olho com o relâmpago, Corne D’Abondance. Olho com o relâmpago!

Passa então uma rainha que morre no meio do espaço cénico ao mesmo tempo que outros personagens vão morrendo à sua volta. O «cadáver» da rainha ergue-se à passagem do rei e grita-lhe:

   – Cornudo!

Volta a cair.

A segunda cena é um enterro, uma espécie de marcha fúnebre grotesca e emocionante. O desfile é intensamente iluminado, luz que sai dos bastidores ao mesmo tempo que se intensifica o som de tambores atrás de uma cortina de fogo”

Este texto/memória, como será natural, não espelha a dimensão da proposta de Artaud – uma representação em ritmo frenético que, segundo os documentos da época, terá sido sublinhado e acentuado com percussão. Todo este ritmo e acção, marcados corporalmente pelos actores. Actuação que, segundo o testemunho, superava em importância qualquer diálogo.

Ao ter a oportunidade de encenar O Jacto de Sangue para Mandrágora no ano de 1991, procurei seguir as ideias de Artaud – romper com a submissão do som ao gesto e explorar (em processo) todas as possibilidades vocais dos companheiros que embarcaram neste projecto.

O texto de Artaud agora publicado parte em demanda de uma linguagem autónoma, poética e logicamente teatral – ainda que o seu discurso possa ser absurdo e rompa em absoluto com o figurativo. E este romper implica, naturalmente, alterações radicais num possível trabalho de actor – sobretudo com o seu aparelho fonador.

 Neste O Jacto de Sangue, a cena põe em causa os princípios  mais elementares do drama e abre as portas a um outro espaço onde todos os elementos jogam num grande todo e onde cenário, corpos, sonoridades, voz e palavra se misturam num enorme grito, num prolongado gemido – aqui a palavra liberta-se dos signos e “diverte-se” com as possibilidades que o acto de “falar” lhe proporciona.

25 anos passados sobre o espectáculo de Mandrágora O Jacto de Sangue ganha outra forma. A de um pequeno livro e – de novo – com a cumplicidade deste projecto associativo e a suas Edições Bicicleta.

M.A.S.

coisas do século passado…..

by domadordesonhos

um projecto de mandrágora

by domadordesonhos

projecto de mail art/arte postal

mail art

– Criaremos uma instalação colectiva de arte postal inserida num encontro de pesquisa lúdico-artistística baseada no tema: As cartas de jogar e o jogar das cartas
– Crearemos una instalación colectiva de arte correo inserida en un encuentro de búsqueda ludico-artistica que se basará en lo tema: Las cartas de jugar e y el jugar de las cartas
– We will create a mail-art collaborative installation included on a ludic/ artistic research meeting under the theme: playing cards and the playing of the cards
size and techique —> free
no jury —-> no return
deadline —> 30/04/2015
documentation to all participants
send to —-> Belisa de Almeida e Sousa
Estrada Nacional 125 Nº133
8800 109 Luz de Tavira
Portugal

Victor Belém (Cascais 1938 – 2015)

by domadordesonhos

Cascais e a cultura perderam um dos maiores vultos das artes plásticas da segunda metade do século passado e início do actual. Nós perdemos um amigo e “compagnon de route” que se destacou pela sua modernidade e irreverência.

Victor Belém é, e sempre será, uma referência para Mandrágora – colaborou e acompanhou a nossa actividade desde a primeira hora – destaque para os projectos “anti-herói, maldito, marginal etc & tal” e “Frankenstein em Lisboa” (2º espectáculo de Mandrágora e edição do seu texto dramático – que serviu de base à nossa acção).

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Victor Belém (Cascais 1938 – 2015)

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O Victor iniciou a sua actividade plástica em 1956 – contava com cerca de meia centena de exposições individuais.  Navegou por várias águas:… da pintura ao vídeo, da “instalação” à “performance” e fotografia.

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mail art – arte correo – arte correio

by domadordesonhos

Criaremos uma instalação colectiva de arte postal inserida num encontro de pesquisa lúdico-artistística baseada no tema: As cartas de jogar e o jogar das cartas

Crearemos una instalación colectiva de arte correo inserida en un encuentro de búsqueda ludico-artistica que se basará en lo tema: Las cartas de jugar e y el jugar de las cartas

We will create a mail-art collaborative installation included on a ludic/ artistic research meeting under the theme: playing cards and the playing of the cards

mailart

hoje completámos 35 anos de vida associativa

by domadordesonhos

—-> sobre as mandrágoras

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nome: Mandragora officinarum
origem: sul da europa
ambiente: clima quente e húmido
obs: dá-se em espaços claros e necessita de água com alguma abundância
tamanho: cerca de 50 centímetros a nível superior e a sua raiz pode atingir 1 metro

as folhas são irregulares
as raízes assemelham-se ao corpo humano
as mandrágoras têm dois ciclos de vida – o primeiro inicia-se com a germinação semente (cerca de 3 meses)

depois…

ou se desenvolvem livremente
ou…
se um feiticeiro/mago a pretende adoptar para as suas artes
deverá transferi-la – mas com cuidado – as mandrágoras emitem um grito agudo (que poderá ser mortal) quando retiradas da terra – o mago deverá estar prevenido com tampões de ouvidos

 

—-> sobre  mandrágora

mandrágora

nome: Mandragora – centro de cultura e pesquisa de arte

origem: cascais (península ibérica) – nascida a 20 de novembro de 1979
ambiente: ária metropolitana de lisboa
obs: dá-se bem em qualquer lado
tamanho: o normal para os seus 35 anos de vida

as acções são irregulares
as raízes foram ganhas ao longo dos tempos
a mandrágora tem tido vários ciclos de vida

e…
muitas têm sido as suas acções – que se desenvolveram livremente

os seus magos/artistas adoptaram-na, há muito, para as suas performances
nos seus rituais – os espectadores deverão estar prevenidos – muitas das actividades de mandrágora podem ser extremamente perigosas
todavia não será, nunca, conveniente usar tampões nos ouvidos

esta semana completamos 35 anos de mandrágora

by domadordesonhos

mandrágora

EDITA de lisboa

by domadordesonhos

perf

é hoje que se inicia o EDITA de lisboa na sociedade guilherme cossoul. 

depois de uma anunciada paragem do projecto (na passada semana em EDITA punta umbria – espanha) a qual surpreendeu os participantes, o EDITA de lisboa terá lugar nos próximos 3 dias:… – 5ª, 6ª e sábado.

de salientar que dois elementos de mandrágora – manuel almeida e sousa e ricardo mestre – acompanhados de rafael dionísio do colectivo “chili com carne”, estarão presentes numa performance a realizar na próxima sexta feira à noite.

entrementes um outro histórico de EDITA – fernando aguiar – participará numa performance no sábado (noite de encerramento)

edita 2014 – um edita onde não estaremos presentes

by domadordesonhos

de 1 a 3 de maio terá lugar no “Teatro del Mar” de Punta Umbría, Huelva, o XXIX “Encuentro Internacional de Editores Independientes” EDITA 2014, onde estarão presentes 130 participantes em representação de 67 publicações, procedentes de 7 países ibero-americanos. o acesso é livre e inclui declarações, exposições, feira do livro, recitais poéticos, concertos e performances.

programa de edita 2014

programa de edita 2014

desta vez não estaremos presentes. todavia não queremos deixar de assinalar o evento onde marcámos presença (ao longo dos 21 anos de EDITA) com 18 presenças. 18 anos a caminhar para huelva, la rábida e punta umbria. a nossa presença em espanha é aqui assinalada com algumas imagens que nos marcaram – neste evento…

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa e adão contreiras

m. almeida e sousa e adão contreiras

m. almeida e sousa co bruno vilão

m. almeida e sousa co bruno vilão

gonçalo mattos

gonçalo mattos

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa com gonçalo mattos

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa

m. almeida e sousa com bruno vilão

m. almeida e sousa com bruno vilão

m. almeida e sousa com bruno vilão

m. almeida e sousa com bruno vilão

m. almeida e sousa - prémio edita

m. almeida e sousa – prémio edita

bruno vilão

bruno vilão

m. almeida e sousa com bruno vilão e gonçalo mattos

m. almeida e sousa com bruno vilão e gonçalo mattos

m. almeida e sousa com bruno vilão e gonçalo mattos

m. almeida e sousa com bruno vilão e gonçalo mattos

2013 in review

by domadordesonhos

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 2,400 times in 2013. If it were a cable car, it would take about 40 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

34 anos de mandrágora

by domadordesonhos

mandrágora34

 

vai para muito tempo
pensámos
e formalizámos (por escrito)

porque não fazer coisas compostas unicamente por imagens geniais?
porque não fazer coisas compostas unicamente por imagens que os outros não se atrevem?
porque não?
porque não romper com o mundo de hoje e gritar a independência
a sonolência  a imagética sobrevivência

ainda que ninguém nos entenda
é que – afinal
nós sempre entendemos
ainda que ninguém esteja interessado nisso

é que meus senhores minhas senhoras
nós sempre estivemos interessados
e
desinteressados por aquilo que é do interesse das maiorias uma vez que
nunca fomos conquistadores de prémios
nunca tivemos vagar para isso nem sequer
para muito mais

nós somos uma raiz
uma planta mais ou menos mágica
que floriu em cascais
e se aventurou
por outros espaços
nós somos e continuaremos a ser

MandrágorA

mandrágora em tavira com “pela leonor verdura” (vídeo)

by domadordesonhos

em setembro mandrágora estará no algarve

by domadordesonhos

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mandrágora em tavira

com o espectáculo

pela leonor verdura

dia 21 de Setembro pelas 21:30 Horas

Biblioteca Municipal de Tavira

Um espectáculo que procura uma linguagem, na sua raiz, teatral / performativa onde se semeiam letras, na esperança da germinação da palavra e onde se percorre a poesia experimental portuguesa

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Ficha técnica 

Imagem (vídeo): Bruno Corte Real

Som: Ricardo Mestre

Encenação: M. Almeida e Sousa

Produção: Mandrágora – Centro de Cultura e Pesquisa de Arte (Cascais)

em cena (actores/performers): Bruno Vilão e Íris Santos

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Os poemas na cena 

1. entre as tuas pernas (voz off)- antónio aragão

2. rouba – emerenciano

3. leonorama variação XI . ana hatherly

4. homem o mãi – mário cesariny

5. indefinido – liberto cruz

6. quadrado – jaime salazar sampaio

7. homeóstatico 1 (vídeo – off)- josé alberto marques

8. his master voice – alberto pimenta

9. pouca terra – liberto cruz

10. pêndulo – e. melo e castro

11. man woman – e. melo e castro

12. ver & papa – abilio josé santos

13. telegramando – antónio aragão

14. menino ivo – salette tavares

15. dicionário – josé oliveira

16. construir o objecto – silvestre pestana

17. escada – jaime salazer sampaio

18. homeóstatico 2 (vídeo – off)- josé alberto marques

19. velegrama – liberto cruz

20. simetria – alberto pimenta

21. opressão – alexandre o’neil

22. sentado quo – antónio dantas

23. to be or net to be – antónio dantas

24. problemática da dificuldade – fernando aguiar

25. carta tipo X – césar figueiredo

26. falo & fuma-me – salette tavares

27. arranhiço – salette tavares

28. tontura – e. melo e castro

29. bicicleta & guarda-chuva – m. almeida e sousa

30. água/mágoa – armando macatrão

31. errata – fernando aguiar

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Mandrágora | Centro de Cultura e Pesquisa de Arte é um projecto associativo fundado em Cascais, Portugal, a 20 de Novembro de 1979.

 

Associação cultural é o nosso pseudónimo legal. Mas somos mais que isso. Somos um genuíno clube de esquina, o característico grupo português de reflexão e pesquisa preconizado por Agostinho da Silva.

Entre espectáculos de teatro, performances, exposições e publicações, o nosso trabalho tem sido apresentado por todo o país, com especial incidência em Cascais, Oeiras e Lisboa. Lá fora estivemos presentes em Espanha, Bélgica, Itália e Polónia.

Encontramos sempre espaço para novos amigos. E connosco se iniciaram na criação artística pluridisciplinar mais de uma centena de jovens.

Para lá de todas as influências que tenhamos necessariamente recebido, a nossa raiz continua a mesma: Mandrágora.